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Investidores cautelosos diante da divulgação de vídeo da reunião ministerial

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Investidores cautelosos

4 min de leitura

Por: Travelex Bank • 20 Maio

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Investidores cautelosos; Ministro Celso de Mello se choca com gravação; Índices internacionais em alta

BRASIL
08:00 FGV: IGP-M – Mai (2ª prévia)
14:30 BC: Fluxo cambial – Semanal
11:30 BC oferta até 12 mil contratos de swap (US$ 600 milhões) para rolagem

E.U.A.
15:00 Fed divulga ata da reunião de política monetária dos dias 28 e 29 de abril

EURO
Sem destaque

ÁSIA
21:30 Japão: IHS Markit: PMI industrial (preliminar) – Mai

Moedas 20 de maio

BRASIL
“Não procure saber por quem dobram os sinos; eles dobram por ti”
Por Pedro Molizani – Trader Mesa de Câmbio Travelex Bank

Hoje pode se caracterizar, nos mercados locais, com investidores em cautela no que se refere à divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril. A notícia de que o decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, teria ficado chocado com o que viu na gravação, conforme apurou o Estadão, reforça ainda mais a preocupação dos agentes econômicos. Ademais, o foco também está no desenrolar dos acontecimentos no que diz respeito às afirmações do empresário e suplente do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Marinho, que prestará depoimento na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Marinho afirma que um delegado teria passado informações para Flávio Bolsonaro sobre uma operação que atingiria o filho do presidente e assessores, investigados no esquema de “rachadinha”, que é quando os assessores têm que devolver parte dos salários recebidos.

Ainda no cenário político, o presidente da primeira casa do Legislativo, Rodrigo Maia, defendeu que a lei de socorro a Estados e municípios seja sancionada nesta semana.

Em última instância, peço sua permissão para a quebra do protocolo do texto enxuto, distante do “texto financeiro”, para me estender – brevemente – sobre a crise sanitária causada pela COVID-19.

O momento de penúria que nos cerca é reflexo de políticas públicas falhas, culminando em números arrasadores. Ontem, rompemos a marca simbólica de mais de mil mortes em um único dia, gerada pela doença. Atingimos a ordem de 271.000 casos e nos colocamos como o terceiro país no mundo com maior número de casos confirmados, ultrapassando a casa dos 17.900 óbitos. Insisto na necessidade de se acreditar na ciência e na estatística. Friso a importância da não relativização da matemática, possuindo como respaldo os fatos e cálculos realizados por pesquisadores ao redor do mundo. Nesta mesma linha, quase ensaística, reforço a não banalização dos dados numéricos. Respeitando as vítimas e seus familiares, partindo sempre do pressuposto de que cada pessoa – cada um de nós – é formado por um conjunto de lembranças, um acúmulo de pequenas memórias que, de tal modo sequenciado, temos o que chamamos de vida. Trago à luz uma das máximas do poeta inglês, John Donne (1572-1631), escritor que se debruçou sobre a metafísica, refletindo que todo indivíduo que se vai leva um pouco da nossa humanidade com ele. É o que, infelizmente, vem acontecendo. E o que nos resta, portanto, é o Brasil de menos, a sociedade de menos. Pois “a morte de qualquer pessoa, diminui-me, porque sou parte do gênero humano”. E no futuro, quando o mundo voltar ao normal, quando as ruas se tornarem vivas novamente, aperfeiçoaremos nossa capacidade de nos relacionarmos e nos reergueremos enquanto sociedade, superando a crise sanitária mais devastadora dos últimos 102 anos da nossa história. Por isso, leitor, “não procure saber por quem os sinos dobram”. Eles continuam – e continuarão – dobrando por você.

MUNDO
Bolsas asiáticas majoritariamente em alta; Europa e futuros de NY sobem
Por Pedro Molizani – Trader Mesa de Câmbio Travelex Bank

As bolsas europeias passaram a subir, com exceção de Paris, ajudadas por altas de mais de 1% dos índices futuros das bolsas de Nova York nesta manhã em meio ao avanço do petróleo. O bom humor apoia-se em acordo entre a Opep e a China para ajudar a estabilizar os preços da commodity.

Mais cedo, os mercados europeus recuaram em meio à revisão para baixo na taxa anual de inflação ao consumidor da zona do euro em abril, de 0,4% para 0,3%. Além disso, a inflação ao consumidor em abril no Reino Unido veio pior que o previsto. Às 7h25, a Bolsa de Londres subia 0,24%, a de Frankfurt ganhava 0,59%, mas a de Paris tinha viés de baixa de 0,13%.

No mercado futuro em NY, Dow Jones subia 1,23%, S&P 500 avançava 1,15% e Nasdaq tinha alta de 1,05%.

Do outro lado do mundo, as bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, impulsionadas por fatores locais e apesar de terem surgido dúvidas sobre um possível tratamento para o coronavírus e de o banco central chinês ter mantido juros inalterados. O índice japonês Nikkei subiu 0,79% em Tóquio, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,46% em Seul, após notícia de que a Coreia do Sul vai criar um instrumento com recursos equivalentes a mais de US$ 8 bilhões para comprar dívida corporativa de alto risco.

Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,51%, após a manutenção das taxas de juros de referência e em clima de cautela antes da reunião anual do legislativo chinês, que começa na sexta-feira. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,05%.

Na Oceania, o S&P/ASX 200 avançou 0,24% em Sydney.

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