Acesse seu Internet Banking

Acesse o nosso Internet Banking e faça suas operações de câmbio online.

Selecione o tipo de conta

Cartão Corporativo

Veja o saldo e extrato do seu cartão corporativo

SALDO E EXTRATO

Dólar acumula alta de 15,92% no ano; temor com coronavírus reacende

5 min de leitura

 

BRASIL
09:00
IBGE: Volume de serviços – Dez

E.U.A.
10:00
Deptº do Trabalho: Índice de Preços ao Consumidor (CPI) – Jan
12:00 Comitê Bancário do Senado realiza audiência sobre duas indicações de Trump para o Fed

EURO
Sem Destaques

ÁSIA
Sem Destaques

BRASIL
Dólar acumula alta de 15,92% no ano; temor com coronavírus reacende

Por Pedro Molizani – Trader Mesa de Câmbio Travelex Bank

A disparada do dólar ante o real, que ontem ao fechar a R$ 4,3510 renovou recorde em valor nominal desde o início do Plano Real, fica no foco dos mercados locais. Mas para o ministro da Economia, Paulo Guedes, está tudo bem. Afinal, uma taxa de câmbio mais alta é “boa para todo mundo”. “Todo mundo indo pra Disneylândia. Empregada doméstica indo pra Disneylândia”, disse ele ontem. “É melhor termos juros a 4% e câmbio a R$ 4,00, do que câmbio a R$ 1,80 e juros de 14%, nas alturas”.

E, assim, na visão do ministro, dólar a R$ 4,00 é o novo normal. O dólar à vista acumula só neste ano alta de 8,46% e, em um ano, sobe 15,92%. Além da fala de Guedes, que pode afetar o humor no câmbio, no exterior a moeda americana sobe ante outras divisas de países emergentes e produtores de commodities com a volta do nervosismo com a escalada do surto do coronavírus. Só ontem foram confirmados na província chinesa de Hubei, epicentro do surto de coronavírus, 14.840 novos casos da doença e 242 novas mortes. Desde o início do surto já morreram 1.367 pessoas na China e há ao menos 59.804 casos confirmados. Para o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, a epidemia pode afetar o crescimento, dependendo do impacto que houver na economia chinesa, mas ele diz ter dúvidas em relação ao efeito sobre a inflação.

Se por um lado uma desaceleração econômica pode ter efeito desinflacionário, por outro lado uma aversão global a risco severa pode levar a uma escalada do dólar, o que pressiona os preços para cima. Essa avaliação de Campos Neto será digerida pelos mercados e pode trazer ajustes especialmente nos juros futuros e câmbio. Ele afirmou ainda que a economia brasileira cresce de modo gradual, que o varejo e os serviços estão um pouco melhor, mas que a indústria “está sofrendo mais”. Hoje será possível ver se o setor de serviços está de fato melhorando, com a divulgação dos resultados de dezembro e de 2019. A expectativa do mercado, no entanto, é de queda na margem em dezembro, mas de haver também a primeira alta em cinco anos em 2019. O dado também pode mexer na curva de juros e expectativas para política monetária.

MUNDO
Temor renovado com coronavírus influencia nas baixas das bolsas e índices internacionais

Por Pedro Molizani – Trader Mesa de Câmbio Travelex Bank

As bolsas europeias e os índices futuros de Nova York operam com baixas firmes, em meio a temores renovados com a epidemia de coronavírus. Na Europa, os índices acionários são pressionados também após grandes empresas e bancos da região – incluindo AAirbus CCredit Suissee BBarclays- divulgarem resultados financeiros piores do que o esperado.

Às 7h19, a Bolsa de Londres caía 1,46%, a de Frankfurt recuava 1,11% e a de Paris se desvalorizava 0,96%. Nos mercados futuros de Nova York, Dow Jones perdia 0,79%, S&P500 recuava 0,78% e Nasdaq cedia 0,98%. As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, após se valorizarem de forma generalizada por dois dias seguidos, em meio a um salto no número de novos casos de coronavírus na província chinesa de Hubei, onde o surto teve origem.

Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,71%, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,77%. O Nikkei teve baixa de 0,14% em Tóquio, enquanto o Hang Seng recuou 0,34% em Hong Kong, e o sul-coreano Kospi cedeu 0,24% em Seul. Na Oceania, o índice S&P/ASX avançou 0,21% em Sydney.

Fonte: Broadcast

Conheça nossos produtos.